sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Porque Charlie Sheen não grava mais a série "Dois homens e meio"?

Em fevereiro de 2010 Charlie Sheen estava entrando na reabilitação de drogas, as filmagens da série foram canceladas por algumas semanas, e Charlie Sheen afastou-se das gravações, mas voltou no mês seguinte. 

Em 1 de abril de 2010, o site People.com relatou que após sete temporadas Sheen anunciou que estava prestes a deixar a atração. De acordo com uma fonte, Sheen deixou o show após filmar o episódio final da 
7 ª temporada, supostamente devido à sua rejeição da oferta da CBS de US $ 1 milhão por episódio como muito baixo. Sheen eventualmente afirmou que ele estaria de volta para mais duas temporadas. Em 18 de maio de 2010, o site da Nova Zelândia stuff.co.nz informou que um comunicado de imprensa emitido pelo agente de Sheen confirmou que Sheen tinha assinado um novo contrato por mais um dois anos em 1,78 milhão dólares por episódio. "Para colocar um fim adequado nos dois meses e meio de especulação, eu estou ansioso para voltar para minha casa CBS nas noites de segunda-feira". Comentário deCharlie Sheen se mostrando ansioso para voltar as gravações da série da CBS. Em 28 de janeiro de 2011, Sheen entrou voluntariamente num centro de reabilitação pela terceira vez em 12 meses, de acordo com a Warner Bros Television e CBS, o programa foi colocado em hiato para tempo indeterminado. No mês seguinte, após os ataques verbais de Sheen contra Chuck Lorreodiretor e criador de Two and a Half Men, durante uma entrevista de rádio com Alex Jones e uma entrevista online com TMZ. com, a CBS anunciou que Sheen deixaria a produção para o resto de sua oitava temporada afetando cerca de 200 colaboradores, e fazendo com que a Warner Bros, Lorre, Sheen, e os outros participantes lucro não recebam cerca de US $ 10 milhões da perda de oito episódios restantes. Em seguida, Sheen foi entrevistado no ABC 20/20, Today da NBC, e da CNN Piers Morgan Tonight, continuando a fazer comentários hostis sobre Lorre. Em 07 de março, a CBS e Warner Bros anunciaram que Sheen foi demitido de Two and a Half Men, citando "torpeza moral" como a principal causa da separação. Nenhuma decisão sobre o futuro da série foi anunciado naquele tempo. Outros membros do elenco, como Marin Hinkle e Holland Taylor, expressaram tristeza na partida Sheen por problemas pessoais. Jon Cryer não quis falar publicamente e nem comentar sobre o assunto. Em resposta, Sheen chamou Chuck Lorre de traidor numa entrevista on-line, embora mais tarde tenha emitido um pedido de desculpa para Cryer. Sheen processou Lorre e a Warner Bros por US $ 100 milhões, alegando que ele tinha arquivado o processo em nome de si mesmo. Em abril de 2011, Sheen foi mencionado durante uma entrevista de rádio após a parada da sua turnê em Boston que ele e a emissora CBS estavam falando sobre um possível retorno para o show. Não obstante, Lorre anunciou no mesmo mês que ele tinha desenvolvido uma idéia para o seriado Two and a Half Men, reinicialização que vai excluir Sheen e tem Jon Cryer em um papel-chave ao lado de um novo personagem. Em 13 de maio, a CBS anunciou que Ashton Kutcher iria se juntar ao elenco. Kutcher foi citado como dizendo, "Eu não posso substituir Charlie Sheen, mas eu vou trabalhar pra caramba para entreter o inferno fora de gente!" Em 2 de agosto do mesmo ano, foi relatado que a nona temporada de estreia começaria com o personagem de Sheen ter sido morto e os seus amigos e ex-namoradas iriam assistir ao seu funeral. A casa de Charlie em Malibu onde ele morava seria acondicionados para venda e os compradores interessados ​​que incluem celebridades de outras sitcoms. Após seu funeral, Ashton Kutcher (Walden Schmidt nome dado para ele no seriado) um bilionário da Internet com o coração partido compra a casa que era de Sheen.

sábado, 17 de março de 2012

Quem foi Mona Lisa?


Muitos historiadores da arte acreditam que o modelo usado para a pintura pode ter sido a esposa de Francesco del Giocondo, um rico comerciante de seda de Florença e uma figura proeminente no governo fiorentino. Acredita-se também que estes eram vizinhos de Leonardo Da Vinci. Esta opinião fundamenta-se numa indicação feita por Da Vinci durante os últimos anos de sua vida, a propósito de um retrato de uma determinada senhora florentina feita da vida ao pedido do magnífico Giuliano de Medici. O primeiro biógrafo de Da Vinci, Vasari, também pintor, descreve o retrato como sendo o de Mona Lisa, esposa do cavalheiro florentino Francesco del Giocondo.


 


Em 2008, essa hipótese é a mais aceita, sendo, inclusive, respaldada por cientistas da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, que afirmam terem encontrado um documento com clara referência a um retrato de Lisa del Giocondo que estaria sendo realizado por Leonardo.
A identidade da modelo sendo Lisa del Giocondo, mulher de um comerciante florentino, Francesco del Giocondo, com base em notas escritas de Agostino Vespucci de 1503, encontradas na biblioteca da Universidade de Heidelberg. Descobriu-se também que Lisa tinha sido mãe recentemente, e o retrato foi feito um pouco em comemoração da recente maternidade.
Porém pouca coisa se sabe da sua vida e muito menos da história de sua mulher, Lisa Gherardini, nascida em 1479. Sabe-se que casaram em 1495, mas do fato não há nenhuma prova que poderia ter sido a senhora de um Medici, a mulher que Da Vinci referenciou. O título alternativo ao trabalho, La Gioconda, aparece apenas pela primeira vez num texto escrito mais tarde, em 1625, que se refere ao trabalho como um retrato de uma determinada Gioconda. Esta referência não contradiz nem suporta a hipótese de o modelo ser a mulher de Giocondo, uma vez que em italiano gioconda pode significar uma mulher alegre. A equipe do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá fez um estudo do quadro, por meio de scanners e lasers, e puderam projetar uma imagem em 3D com as várias camadas de pintura utilizada. A técnica revelou que a mulher do quadro usava um véu típico de mulheres grávidas do século XVI, o que poderia indiciar tanto que ela estava grávida, ou então havia dado à luz há pouco tempo.





Há estudiosos que pensam que o assunto da pintura é a mãe de Leonardo Caterina (1427-1495).
Lillian Schwartz, cientista dos Laboratórios Bell, sugere que a Mona Lisa é na verdade um auto-retrato de Leonardo, porém, vestido de mulher. Esta teoria baseia-se no estudo da análise digital das características faciais do rosto de Leonardo e os traços do modelo. Comparando um possível auto retrato de Leonardo com a mulher do quadro, verifica-se que as características dos rostos alinham perfeitamente. Os críticos desta teoria sugerem que as similaridades são devidas ao facto de ambos os retratos terem sido pintados pela mesma pessoa usando o mesmo estilo.


 


O historiador Maike Vogt-Lüerssen, de Adelaide sugeriu, após ter pesquisado o assunto por 17 anos, que a mulher por trás do sorriso famoso é Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor da corte durante 11 anos  O padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica, segundo este estudioso, que o modelo é um membro da casa de Visconti-Sforza. O retrato de Mona Lisa terá sido o primeiro retrato oficial da nova Duquesa de Milão e pintado no inverno ou verão de 1489. O autor compara cerca de 50 retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria (nos quais só a própria duquesa poderia servir de modelo), e conclui que a semelhança à Mona Lisa é evidente.

Por que o céu é azul?

Quando a luz passa através de um prisma, o espectro é quebrado num arco-íris de cores. Nossa atmosfera faz o mesmo papel, atuando como uma espécie de prisma onde os raios solares colidem com as moléculas e são responsáveis pelo dispersão do azul.
Quando olhamos a cor de algo, é porque este "algo" refletiu ou dispersou a luz de uma determinada cor associada a um comprimento de onda. Uma folha verde utiliza todas as cores para fazer a fotossíntese, menos o verde, porque esta foi refletida. Devido ao seu pequeno tamanho e estrutura, as minúsculas moléculas da atmosfera difundem melhor as ondas com pequenos comprimentos de onda, tais como o azul e violeta. As moléculas estão espalhadas através de toda a atmosfera, de modo que a luz azul dispersada chega aos nossos olhos com facilidade. 


Luz azul é dispersada dez vezes mais que luz vermelha.
A luz azul tem uma frequência ( ciclos de onda por segundo ) que é muito próximo da frequência de ressonância dos átomos, ao contrário da luz vermelha. Logo a luz azul movimenta os elétrons nas camadas atômicas da molécula com muito mais facilidade que a vermelha. Isso provoca um ligeiro atraso na luz azul que é re-emitida em todas as direções num processo chamado dispersão de Rayleigh ( Físico inglês do século 19 ). A luz vermelha, que não é dispersa e sim transmitida, continua em sua direção original, mas quando olhamos para o céu é a luz azul que vemos porque é a que foi mais dispersada pelas moléculas em todas as direções.


Luz violeta tem comprimento de onda menor que luz azul, portanto dispersa-se mais na atmosfera que o azul. Porque então não vemos o céu violeta ? Porque não há suficiente luz ultravioleta. O sol produz muito mais luz azul que violeta.
Quando o céu está com cerração, névoa ou poluição, há partículas de tamanho grande que dispersam igualmente todos os comprimentos de ondas, logo o céu tende ao branco pela mistura de cores. Isso é mais comum na linha do horizonte.

 

No vácuo do espaço extraterrestre, onde não há atmosfera, os raios do sol não são dispersos, logo eles percorrem uma linha reta do sol até o observador. Devido a isso os astronautas vêem um céu negro. 
Em Júpiter o céu também é azul porque ocorre o mesmo tipo de dispersão do azul na atmosfera do planeta como na Terra. Porém em Marte o céu é cor de rosa, ja que há excessiva partículas de poeira na atmosfera Marciana devido à presença de óxidos de ferro originários do solo. Se a atmosfera de Marte fosse limpa da poeira, ela seria azul, porém um azul mais escuro já que a atmosfera de Marte é muito mais rarefeita.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

Essa questão é uma alegoria que transcende sua simples interpretação biológica, podendo ser chamada de paradoxo cíclico de causa e efeito, ou seja, algo de cuja existência depende outra, que por sua vez é a causa da existência de algo, tal como: "O que surgiu primeiro: O Ser Humano ou a Cultura Humana?" 
 

Mas interpretando-a de forma mais literal, é curioso que Criacionismo e Evolucionismo apresentam respostas claras e divergentes, diferente do senso comum que normalmente vê a questão como sem solução. 
 

Pela Bíblia, tudo leva a crer que a Galinha, assim como os outros animais ovíparos, passou a existir em primeiro lugar, no ato da Criação, já com a capacidade de botar ovos. Portanto, pelo ponto de vista Criacionista temos a Galinha como antecessora do Ovo. 
 

Pelo ponto de vista Evolucionista, sabemos que ocorreu todo um processo de evolução até que determinados animais que já nasciam de ovos, viessem a se transformar nas aves, incluindo o animal que mais tarde, graças a intervenção humana, viria a constituir em nossa conhecida Galinha. Sendo assim, o Ovo, por ser mais antigo na natureza, antecede a Galinha, e mesmo às aves, os dinossauros e peixes, tendo evoluído simultâneo às espécies como elemento integrante do sistema reprodutor. 
 

Ovos e Galinhas podem render bastante discussão entre Criacionistas e Evolucionistas.  

Por Que a Chiquinha não fala mais com os atores da turma do Chaves?

Quando o ator que interpreta o Chaves criou a Turma do Chaves ele chamou a atriz que interpreta a Chiquinha para participar e pediu que ela criasse a personagem baseado nas informaçoes que ele havia passado para ela.
E ela fez isso ai o Chaves foi e registrou todos os personagens no nome dele.

Ai depois que a turma se separou (Seu Madruga,Godines,Bruxa do 71 morreram e os outros foram fazer novela,teatro,etc) a atriz que faz a Chiquinha foi lançar a boneca da Chiquinha la no Mexico e nao pode porque o registro do personagem estava vencido.
 
Porque la no Mexico nao e como no Brasil que voce registra um personagem uma vez e pronto.La no Mexico voce tem que renovar o registro a cada 10 anos e o Chaves nao fez isso ou seja o registro estava em aberto e qualquer um poderia ser dono dos direitos autorais do personagem(Chiquinha), era so registrar.
A atriz que interpretava a Chiquinha entao registrou a personagem em seu nome e o ator que interpreta o Chaves ficou **** quando soube o que aconteceu. 

 
Agora ele esta processando ela alegando que todos os personagens da Turma do Chaves sao criaçao dele e ela alega que isso e mentira pois ele so deu uma ideia do personagem para ela.Mas quem criou a roupa a maquiagem as falas como pois e pois e pois e o choro da Chiquinha foi ela entao ela acha que tem direito sobre o personagem. 

quinta-feira, 15 de março de 2012

O mundo irá acabar em 2012? Por quê?

No dia 21 de dezembro de 2012, um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea dará início a uma série de eventos desastrosos. São esperados terremotos, dilúvios, pragas e distúrbios eletromagnéticos que culminarão com o fim dos tempos. Não há como ignorar os sinais de que o fim se aproxima: crise econômica mundial, gripe suína, aquecimento global, alterações no ciclo solar, guerras e desigualdade. A tese catastrofista se espalha e avoluma, incendiada pela internet, e há quem acredite piamente que até 2012 o mundo irá, mas de lá não passará. Até Hollywood embarcou na onda e lança uma produção milionária em novembro explorando o tema. A origem distinta para previsões coincidentes seria a prova cabal para o fim trágico da humanidade. O rol de tragédias identificadas com a data está descrito em profecias das mais variadas culturas: oráculos romanos e gregos, o calendário maia, textos de Nostradamus. 
É assim, misturando realidade com ficção e ciência com religião, que se criou a mais nova profecia para o fim do planeta. Mas o que há de real nessa confusão de história, astronomia, astrologia e religião? “Muito pouco”, diz o professor de física da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Walmir Thomazi Cardoso. Segundo ele, o argumento que serve de base para boa parte das profecias - o alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012 - é fraco. Esse fenômeno vai, de fato, acontecer, mas será mais um entre tantos outros. Para nós, humanos, ele poderá parecer inédito, porque acontece uma vez a cada 26 mil anos, mas, para o planeta Terra, que tem 4,5 bilhões de anos, já aconteceu pelo menos 173 mil vezes. “Se alguém espera que as tragédias descritas pelas profecias se concretizem por desequilíbrios astrais, está perdendo tempo”, explica Cardoso. 

Especula-se que a disseminação da mística do dia 21 de dezembro de 2012 tenha partido de um erro de interpretação. Tudo começou quando alguém entendeu que o fim do calendário dos maias - uma extinta civilização indígena da América Central -, que acaba nesta data, era uma indicação de que o mundo ia acabar.
 
O raciocínio afobado ignorou a noção cíclica que os maias tinham do tempo - para eles, o fim estava ligado ao recomeço. “O que se seguiu, depois dessa interpretação errada, foi a distorção do que outros profetas disseram para que o conteúdo se encaixasse com o que se supunha que os maias haviam dito”, explica o astrônomo Alexey Magnavita. No caso de Nostradamus, por exemplo, foram interpretadas, à imagem da tese do fim em 2012, sete folhas perdidas do livro Profecias com desenhos do profeta francês. Nelas, estaria descrito o alinhamento galático de 2012 e suas consequências. Já na Bíblia, o livro escolhido para ser interpretado foi o Apocalipse de São João, um dos mais alegóricos e recheados de imagens que, fora de contexto, se encaixam em quase qualquer cenário de destruição. No I Ching foi concebido um modelo de análise dos resultados dados pelo jogo chamado Timewave theory. Nele, picos de atividade em anos específicos são detectáveis e apontam para grande movimentação em 2012. Todos os métodos pouco específicos e amplos demais para corroborar uma tese tão precisa quanto a que crava o fim do mundo para daqui a três anos.
Para os especialistas, as profecias dizem mais sobre a sociedade que as criou e lhes dá força do que sobre um suposto futuro. “Em tempos de busca por um sentido na vida, o homem fica mais suscetível às teorias apocalípticas”, explica o psicólogo Ari Rehfeld. Pode parecer um contrassenso sentir prazer com uma perspectiva tão negativa, mas a atenção que o assunto recebe desde que o homem compreendeu que o futuro é incerto nos traz, repetidamente, ao tema. E isso deve continuar em 2013.